A todos os visitantes deste blog e a todos que já tiveram a oportunidade de estar conosco em uma apresentação, meu muito obrigado!
Saibam que vocês são os maiores responsáveis pelo sucesso do meu trabalho.
Faço questão de continuar contando com a presença de todos,
Me dedico a fazer um espetáculo de qualidade para ter a felicidade de presenciar a satisfação de todos vocês ao término de cada apresentação.
Em breve estaremos estréiando o tributo aos poetas (Cazuza e Renato Russo) em um gênero balada soul.
Continuaremos apresentando o show tributo duas caras e manteremos vocês atualizados de nossa agenda.
MUITO OBRIGADO, SEMPRE!!!!!!
LÍVIO TOLLEZAN MORANDO NO RIO DE JANEIRO É AMANTE DO GENERO BALADA SOUL. COMPOSITOR, INTERPRETE, MUSICO. ATUALMENTE COM O SHOW TRIBUTO DUAS CARAS TIM MAIA & TOM JOBIM. TEM VIAJADO PELO BRASIL, MOSTRANDO A CARA COM SUA BANDA BAIXO RIO. MUSICOS ALTAMENTE QUALIFICADOS. TEM COMO INFLUÊCIA , RAY CHARLES, TIM MAIA, CASSIANO CLAUDIO ZOLI E OUTROS GRANDES NOMES DA RHYTHM AND BLUES……..FEZ SHOW EM LONAS CULTURAIS, CASAS PARTICULARES, E TEATROS. REPERTÓRIO DE COMPOSIÇÕES INEDITAS E TRIBUTO DUAS CARAS, NUM GENERO BALADA SOUL, LÍVIO TOLLEZAN TEVE O PRAZER DE PARTICIPAR DE CURTA METRAGEM, COMPONDO E ATUANDO.
http://www.orkut.com/Community.aspx

chega de saudade
no corujão da poesia em niterói icaraíum evento que Tem o apoio cultural da univercidade salgado de oliveira (universo)
Tollezan BR
No Show Duas Caras Teatro Ziembinski
Tollezan BR
Apresentação de Divulgação na univercidade salgado de oliveira.( Universo )em Niterói
no Dia 16 /10 /2008
Tollezan BR
Na livraria Letras & Expressões no Leblon
Corujão da Poesia e da
Música (universo)
foi inesquecível
Tive o Privilegio de participar deste maravilhoso evento.
Tollezan BR
circuito Lona Cultural 2007
(Duas Caras)
Lembranças de Tim
Pai da soul music brasileira, Tim Maia começou na música tocando bateria, mas logo passou para o violão. Em 1957, fundou no bairro carioca da Tijuca o grupo de rock Os Sputniks, do qual participaram Roberto e Erasmo Carlos. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um grupo vocal, o The Ideals. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição “These Are The Songs” no disco da cantora. A projeção rendeu um convite para um LP, “Tim Maia” (1970), que obteve grande sucesso graças às músicas “Primavera” (de Cassiano) e “Azul da Cor do Mar” (de Tim). Nos anos seguintes, mais discos e mais sucessos, como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, “Réu Confesso”, “Gostava Tanto de Você” (Edson Trindade). Em 1975, convertido à seita Universo em Desencanto, gravou os dois volumes “Tim Maia Racional”, por sua própria gravadora, a Seroma. No ano seguinte, estava de volta à Polydor e ao repertório secular. Mais sucessos seguiram: “Sossego” (do LP “Tim Maia Disco Club”, de 1978), “Descobridor dos Sete Mares” (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe “Me Dê Motivo”) e “Do Leme ao Pontal” (de “Tim Maia”, 1986). Descontente com as gravadoras, Tim retomou a idéia da editora Seroma e da gravadora Vitória Régia Discos, pela qual passou a fazer seus lançamentos. Regravado por artistas do pop (Paralamas do Sucesso, Marisa Monte), Tim retribuiu a homenagem gravando “Como Uma Onda”, de Lulu Santos e Nelson Motta, que foi grande sucesso nos anos 90, juntamente com seu álbum ao vivo, de 1992. De Jorge Ben Jor, ganharia o apelido de “síndico”, na música “W Brasil”. Ao longo da década, Tim gravaria discos de bossa nova (um deles com Os Cariocas) e de versões clássicos do pop e do soul (“What a Wonderful World”). Em 1998, no show no Teatro Municipal de Niterói, que seria gravado para um especial de TV, o cantor sentiu-se mal, vindo a falecer uma semana depois. No ano seguinte, seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.
Duas Caras o Show (Lona)2007
Lembranças de Tom
Tom Jobim é um dos nomes que melhor representam a música brasileira na segunda metade do século XX. Pianista, compositor, cantor, arranjador, violonista às vezes, é praticamente uma unanimidade quando se pensa em qualidade e sofisticação musical. Nasceu no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, mudando-se logo com a família para Ipanema. Aprendeu a tocar violão e piano tendo tido aulas, entre outros, com o professor alemão Koellreuter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil. Pensou em trabalhar como arquiteto e chegou a se empregar em um escritório, mas logo desistiu e resolveu ser pianista. Tocava em bares e inferninhos em Copacabana no início dos anos 50, até que em 1952 foi contratado como arranjador pela gravadora Continental. Além dos arranjos, também tinha a função de transcrever para a pauta as melodias de compositores que não dominavam a escrita musical. Por essa época começou a escrever suas primeiras composições. A primeira música gravada foram “Incerteza” (com Newton Mendonça), por Mauricy Moura. “Tereza da Praia”, parceria com Billy Blanco, gravada por Lúcio Alves e Dick Farney pela Continental em 1954, foi o primeiro sucesso. Depois disso participou de gravações e compôs com Billy Blanco a “Sinfonia do Rio de Janeiro”, além de outras parcerias como Dolores Duran (“Se É por Falta de Adeus”, “Por Causa de Você”). Em 1956 musicou a peça “Orfeu da Conceição” com Vinicius de Moraes, que se tornou um de seus parceiros mais constantes. Dessa peça, fez bastante sucesso a música “Se Todos Fossem Iguais a Você”, gravada diversas vezes. Tom Jobim fez parte do núcleo embrionário da bossa nova. O disco “Canção do Amor Demais” (1958), de composições de Tom e Vinicius cantadas por Elizeth Cardoso e acompanhadas pelo violão de João Gilberto (em algumas faixas) e orquestra é considerado um marco inaugural da bossa nova, pela originalidade das orquestrações, harmonias e melodias. Inclui, entre outras, “Canção do Amor Demais”, “Chega de Saudade” e “Eu Não Existo sem Você”. A concretização da bossa nova como estilo musical veio logo em seguida com o 78 rotações “Chega de Saudade”, interpretado por João Gilberto, lançado em 1958. No ano seguinte, o LP “Chega de Saudade”, de João Gilberto, com arranjos e direção musical de Tom, consolidou os rumos que a música popular brasileira tomaria dali pra frente. No mesmo ano foi a vez de Silvia Telles gravar “Amor de Gente Moça”, um disco com 12 músicas de Tom, entre elas “Só em Teus Braços”, “Dindi” (com Aloysio de Oliveira) e “A Felicidade” (com Vinicius). Tom foi um dos destaques do Festival de Bossa Nova do Carnegie Hall, em Nova York em 1962. No ano seguinte compôs, com Vinicius, um de seus maiores sucessos e possivelmente a música brasileira mais executada no exterior: “Garota de Ipanema”. Nos anos de 1962 e 1963 a quantidade de “clássicos” produzidos por Tom é impressionante: “Samba do Avião”, “Só Danço Samba” (com Vinicius), “Ela É Carioca” (com Vinicius), “O Morro Não Tem Vez”, “Inútil Paisagem” (com Aloysio), “Vivo Sonhando”. Nos Estados Unidos gravou discos (o primeiro individual foi “The Composer Of ‘Desafinado’ Plays”, de 1965), participou de shows e fundou sua própria editora, a Corcovado Music. O sucesso de suas músicas fora do Brasil o fez voltar aos EUA em 1967 para gravar com um dos grandes mitos americanos, Frank Sinatra. O disco “Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim”, com arranjos de Claus Ogerman, incluiu versões em inglês de músicas de Tom (“The Girl From Ipanema”, “How Insensitive”, “Dindi”, “Quiet Night of Quiet Stars”) e composições americanas, como “I Concentrate On You”, de Cole Porter. No fim dos anos 60, depois de lançar o disco “Wave” (com a faixa-título, “Triste”, “Lamento” e várias músicas instrumentais), participou de festivais no Brasil, ganhando inclusive o primeiro lugar no III Festival Internacional da Canção da TV Globo com “Sabiá”, parceria com Chico Buarque, interpretado por Cynara e Cybele, do Quarteto em Cy. “Sabiá” conquistou o júri, mas não o público, que vaiou ostensivamente a música diante dos constrangidos compositores. Aprofundando seus estudos musicais, adquirindo influências de compositores eruditos, principalmente Villa-Lobos e Debussy, Tom Jobim prosseguiu gravando e compondo músicas vocais e instrumentais de rara inspiração, juntando harmonias do jazz (“Stone Flower”) e elementos tipicamente brasileiros, fruto de suas pesquisas sobre a cultura brasileira. É o caso de “Matita Perê” e “Urubu”, lançados na década de 70, que marcam a aliança entre a sofisticação harmônica de Tom e sua qualidade de letrista. São desses dois discos “Águas de Março”, “Ana Luíza”, “Lígia”, “Correnteza”, “O Boto”, Ângela”. Também nessa época grava discos com outros artistas, casos de “Elis e Tom”, “Miúcha e Tom Jobim” e “Edu e Tom”. “Passarim”, de 1987, é a obra de um compositor já consagrado, que pode desenvolver seu trabalho sem qualquer receio, acompanhado por uma banda grande, a Nova Banda. Além da faixa-título, “Gabriela”, “Luiza”, “Chansong”, “Borzeguim” e “Anos Dourados” (com Chico Buarque) são os destaques. É difícil escolher os mais significativos entre os mais de 50 discos de que participou, como intérprete ou arranjador. Todos eles têm algo de inovador, de diferente e especial. Seu último CD, “Antônio Brasileiro”, foi lançado em 1994, pouco antes da sua morte, em dezembro, nos EUA. Biografias foram lançadas, entre elas “Antônio Carlos Jobim, um Homem Iluminado”, de sua irmã Helena Jobim, “Antônio Carlos Jobim – Uma Biografia”, de Sérgio Cabral, e “Tons sobre Tom”, de Márcia Cezimbra, Tárik de Souza e Tessy Callado.
Quatro loucos internados em uma clínica psiquiátrica começam uma discursão:
1º Louco – Eu tenho muito dinheiro … Vou comprar o Citibank!
2º Louco – Eu sou muito rico … Comprarei a General Motors!
3° Louco – Eu sou um magnata … Vou comprar a Microsoft!
E os três ficam esperando o quê o 4° louco vai falar.
O 4º Louco engole a saliva … faz uma pausa … e diz:
- Num vendo !!!
SORRIAAAAAAAAAAAAAAA
Um ladrão, na calada da noite, tenta arrombar a porta de uma casa. Já bastante concentrado em sua “função”, ele houve uma voz que diz:
- Jesus tá te olhando!!!
Sem ter certeza de ter realmente ouvido, ele pára imediatamente o que está fazendo, o coração dispara, as pernas tremem e com a lanterna em mãos ele procura ao seu redor quem é que falou a frase. Não encontrando nada, ele volta a arrombar a porta, quando novamente a voz diz:
- Jesus tá te olhando!!!
Agora, com certeza de ter ouvido, ele novamente pega a lanterna e aponta na direção de onde veio a voz e vê um papagaio. Já aliviado ele diz ao papagaio:
- Ô papagaio besta!!! Quase me matou de susto!!! Seu nome é Jesus???
- Não, meu nome é Judas!
- Ah é??? E quem foi o imbecil que colocou o nome de Judas em um papagaio???
E o papagaio responde:
- O mesmo que colocou o nome de Jesus no Pit Bull que tá te olhando!
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